Delay nooo! D:
Peço desculpas pela demora de novo =3=
(revisão e envios fails, mas está aqui!)
Um dia ajustarei meu periodo de post. Como não é sempre que posto algo no blog e mais no forum em que participo, eu esqueço da vida... Ainda mais com paginas para fechar.
Então seguiremos aos poucos até o final lol (que já está chegando perto...)
Reforço novamente: Sinta-se livres para comentar, tanto do desenho como da escrita fail. ><"''' Não vou obrigar ninguém a ler e discordar, apenas sinta-se a vontade e tente se divertir (se quiser).
1° Conto com o personagem William Carter (0346-48)
Dois dias de permanência na estalagem.
Carter ainda não visitara a torre do relógio, por algum motivo não aparente.
Alguma peça estava faltando... O interrogatório com Max, o amigo de Marcus não resolveu muito, mas deu uma pena leve, pois o mesmo não sabia do que estava ocorrendo. Para buscas de mais informações, ele saia de manhã e voltava à tarde, trazendo algumas coisas, como comida e cadernos de anotações. Alguns livros pertenciam à biblioteca da cidade, bem próxima a torre do relógio. Muitos não iam para lá por medo de serem atacados, mas este, assim como o senhor que vive lá, acreditam que seja uma coisa normal do dia a dia.
Fora isso, ele teve que encarar certas broncas e arcar com a quebra de metade da entrada do estabelecimento, além de alguns danos morais (isso pelo sangue jorrado e mortes alheias... Mesmo alguns sendo máquinas que tenham jorrado uma espécie de óleo natural...). Tudo havia sido encaminhado para o seu superior, Chaves Alberto, que providenciou um autômato simples para essas tarefas de reconstrução, enquanto ele estivesse por ali. Carter não se preocupava com esta parte, pois seu superior sempre permitia que levasse algo do quartel para ajudá-lo, assim como pessoas.
Enquanto o pequeno autômato fazia sua tarefa no dia, Carter estava afogado nos livros e anotações até o pescoço. Colocou uma placa de "Não perturbe" e continuou suas pesquisas no seu quarto. Havia algum furo nestes fatos, mas bastava descobrir onde ele estava.
--1989 foi o ano de inauguração. O relógio ajudou todos da cidade, assim como o aumento de seu centro turístico, além da passagem de tranqüilidade e educação para as crianças locais em seus longos 16 anos. Ano de 2011... Mariah possui 19 anos. Reduzindo pelo tempo que permaneceu sem sua mãe... 6 anos. Não é uma coisa tão longa no incidente... Mas tem algo nisso que me intriga. – Carter esbarra em um de seus copos, rodopiando até a parede. Ele ficara imóvel, apenas observando o pequeno copo, já que este estava sentado no chão com sua pilha de papéis e canetas. Aquele copo o refletia e aos poucos o close dele era maior. Ele pegara o copo e o observa um pouco mais fixo.
--Algo que eu não veja...? Será que há alguma coisa oculta por alguma barreira intransponível que eu não consiga ver?
Ele posiciona o copo de volta e torna-se a sentar com um caderno do lado.
--Não posso ir naquele local sem antes conhecer quem é o meu oponente... Hinterns... Harps ou... Rhyper’s? Qual organização inimiga está aqui?
Muita informação depois de longas horas pesquisando em seu mini PC e anotando no caderno.
A cabeça já estava pifando em plena parte da tarde...
--Eu vou dormir... Dor de cabeça...!
Ele se joga na cama, puxando algumas almofadas e parte da coberta. Os cadernos e pc foram deixados ao lado.
O sono veio rápido... Afinal, estava esgotado com o quilo de informações coletadas em apenas dois dias...
O café estalagem estava tranqüilo, mas tiveram que cerrar suas atividades devido ao incidente de manhã. Na sala de refeições, Mariah e Marcus estavam se servindo. Ainda era de tarde, o café estava na mesa, além de outras coisas nutritivas que Mariah havia preparado.
O silêncio estava presente por um tempo, o som dos talheres também era o único a se ouvir. Tão quieto que chegava a incomodar. Marcus decide falar:
--Você está fazendo isso só porque ainda temos um visitante na estalagem, né, mana? - Marcus indaga sério.
--Não! Tudo bem que ele decidiu pagar a estadia a partir de hoje, mas... Não o julgue errado, mano.
Ele a observa com um sorriso de canto. Ele sabia que sua irmã queria esconder coisas deles.
--Mana me responda uma pergunta. Porque você está tratando-o diferente?
--Tratar? Não, eu apenas estou fazendo um de meus trabalhos.
--Diga a verdade. Depois que o Manu foi morto naquele dia, você parou de repartir seus segredos e sentimentos conosco.
Mariah ficara em silêncio, receosa com o que poderia estar respondendo ao seu irmão. Depois do que houve com sua mãe deixou de passar várias coisas para os demais, principalmente aos seus amigos.
--Maninho, eu irei chamá-lo para comer. Desculpa se criei alguma preocupação a você. - Mariah trocara o assunto.
--Tudo bem... "essa menina só me dá trabalho, desde que a Mãe se foi... Mas ela tem crescido mais, devido a este estabelecimento... Se Manuel estivesse aqui , ele ficaria super feliz em ver que rumo as coisas estão tomando."
Mariah se retira rapidamente, evitando contar algumas coisas ao seu irmão.
Ao chegar próximo do andar de cima, estrondos altos são ouvidos. A parede do corredor rachara bruscamente, sendo posta a baixo, revelando um inimigo e Carter batalhando.
--Qualé... Não se pode nem tirar um cochilo?
Carter escarneia e se posta à frente do oponente, estalando seu pescoço e permanecendo sem uma parte de sua camisa, já que esta foi rasgada com a arma que o oponente portava em seu braço direito. Uma espada encurvada, sendo segurada como uma tonfa. O logotipo que existia ali, encravado na arma, deixava mais certeza de quem era o seu inimigo. Organização Safrs.
--Você não deveria estar aqui comandante!
No instinto Mariah se esconde, mas não deixara de acompanhar a luta e bem preocupada como na anterior. O esquadrão da R.A. não era formado por simples pessoas... Disso ela já sabia. Depois daquele ato em auto defesa, ficou mais claro... Eles são superiores a tudo...
--Eu só estou fazendo o meu trabalho. Fui pago para exterminar aqueles que ameaçam os humanos. - Carter se posiciona enquanto o oponente levantara do chão.
--Heh, e se eu disser que tudo isso é obra de um humano?
Memórias sobre algo passara... Uma anotação e imagem que havia visto foi recordado de muito tempo atrás. O mesmo manto que Carter viu anteriormente, enquanto conversava com Xavier, estava na sua frente. Um logotipo que somente quem participou de um projeto o conheceria. Projeto Norma.
--Mesmo que seja... Você também já foi um humano. Esses símbolos... Somente quem teve vínculo ao projeto norma os reconheceria logo de cara. Responda-me uma pergunta... Onde Reid está? Porque a Safrs está envolvida neste caso?
--Aquele cientista popular e o queridinho dos militantes? Ah, ele deve ter batido as botas... Da última vez que tive uma notícia, foi a que ele entrou em coma após um acidente experimental e ficou em Hilkstown esperando a Morte chegar. – Concluiu rindo sadicamente. A expressão de Carter havia se alterado, mas nada que comprometesse 100% de sua postura ríspida.
--Morto... Se fosse como vocês, eu duvidaria desta suposição. Carter se aproxima rapidamente e rasga a veste do oponente, revelando um revestimento em aço no tórax e pescoço. O logo de Safrs estava encravado ali, juntamente de uma numeração. Norma 23.
--Um humano mesclado a máquinas... Isso só poderia ser obra de Reid. "Seria um Hinterns de novo? Ou um Rhyper como eu?" – Carter pensara e não cogitava em mais nada, após ter descoberto o número.
--Huhuhuh... Situações delicadas merecem medidas drásticas comandante...
A distração dele com o fato era alta. Um movimento simples de um cachecol sobre as vistas de Carter. Surge a segunda pessoa daquele dia, aplicando-lhe, por conseguinte, um golpe que o derruba ao chão. A faca continha algo que conseguiu neutralizá-lo, mesmo que seja por pouco tempo. Foi um tempo suficiente para ver algo... Um pano branco cai ao chão. Pano de louças. Os olhos mudam mesmo com a reflexão de luz sobre sua face. Acabara vendo o que os dois inimigos fizeram... Seqüestraram Mariah que tentara desvencilhar e fugir. Eles já sabiam da presença dela no instante em que subiu.
O segundo irmão havia destruído a parede e decidem se retirar, mas antes... Um deles deixa uma mensagem:
--Nós somos como Mathew e Souen, X e R. Tente desvendar nosso jogo e talvez possa salva-lá com vida, Comandante!
Mariah foi levada pelos vilões.
Os olhos em espanto e raiva são apresentados. Punhos cerrados e batidos drasticamente ao chão, Carter estava em profundo desgosto, por ter sido surpreendido pelos secundários lideres da organização Safrs.
--Desgraçados! – Bradou ele e logo capotara ao chão. O silêncio voltara a se estabelecer aos poucos.
Os estrondos diminuem e vemos alguém correndo para ver de onde via tal barulho. Paredes postas a baixo, rachaduras e a destruição de alguns móveis pelo corredor. Marcus percebe o que ocorreu e discorria pelos lados para verificar se haviam feridos. A estalagem não tinha muitos visitantes naqueles dias. O rastro da destruição das paredes e do chão, estavam bem claros. Ele observa um pouco mais ao redor, por parecer uma trilha e vê Carter caído ao chão.
--Ei! Comandante! O que aconteceu?
Um som estranho e similar parecia aumentar a cada passo... Estrondoso em peso como o metal... Carter percebe que algo estava levantando-o rapidamente. Sua consciência se recompõe vagarosamente e respondera ainda ofegante:
--Eles levaram Mariah.
-Eles quem? – Marcus espantara-se e indaga imediatamente.
O efeito daquela arma contaminada estava passando, a cura especial de Carter começou a agir rápido depois de recobrar a consciência. Sua marcação negra que tinha em seu coração estava ficando aparente, logo que percebe, puxa rapidamente parte da blusa, recobrindo-se.
Aquela era uma espécie de cicatriz diferente, e que evitava mostrar para os outros por conter certos mistérios. Logo após se levantar e disfarçando tal marca, conclui a pergunta de Marcus.
--Soldados e um dos líderes da Safrs, é uma Organização de mercenários e assassinos existentes há mais ou menos 200 anos. Alguns daquele grupo estão sendo caçados severamente por nós da R.A.
Acredito que aqueles ali sejam iguais aos lideres gêmeos Souen e Matthew. Devem ser os irmãos vermelho.
--Safrs? Irmãos vermelhos? Isso parece brincadeirinha. Hahaha! – Ri sarcasticamente.
--Tire sarro à vontade, mas eles receberam esse nome devido ao que fazem as vítimas que eles matam. Sempre expondo o corpo e marcando os locais com o próprio sangue da vítima, deixando mensagens que dizem o que fizeram, em uma linguagem que somente nós temos conhecimento. Pedaços dos corpos também eram marcados por números e espalhados pelos locais do crime. É algo apenas para criar alvoroço e mostrar que devemos temê-los e logo identificá-los como os "tais". Odeio pessoas que se bancam as melhores. – Carter terminara com um sorriso amargo em sua face. Marcus ficara um pouco em silêncio, mas logo pergunta:
--Coisa sinistra... Então... Como pretende resgatar minha Irmã?
Ele trocara totalmente do assunto...
--Na hora exata... Apenas deixe isso comigo. – Ele estala seu pescoço, ao que parece já estava normal. – Marcus ainda o encarava. Ele se levanta e se posta a falar...
--Carter... Eu ainda não tenho plena confiança em você.
Carter escutara esta frase. O silêncio penumbrou pouco, mas logo demonstra um olhar completamente diferente, mais determinado e frio.
--Não precisa confiar em mim. Apenas siga e mantenha a sua conduta.
“Humano... Ainda há algo oculto nesse jogo... Eu pressinto isso.”
Investigações... A rodada de análises ainda continuava. Carter recolhe algumas coisas que havia visto, arruma o recinto que detonaram junto de Marcus e os autômatos locais contratados. Afinal, aquela destruição foi causa da R.A. contra a Safrs, logo tinham que arcar com as despesas.
Os outros familiares também tentaram aplicar uma bronca em Carter, mas como perceberam que era desnecessário, e era melhor evitar possíveis problemas com relação a interrogações e suspeitas, apenas deram um prazo para que resolvesse logo o caso. Todos saíram do alcance de Carter para evitarem ser considerados como suspeitos. Este já estava começando a ficar perturbado com a pequena pressão alheia. Não poderia fazer nada sem resolver certas coisas primeiro, ainda que existam pequenas pontas soltas no jogo.
O terceiro dia voa...
Algumas horas depois, era final do dia, noite. Marcus e Carter caminhavam tranquilamente pelas redondezas, mas Carter ainda não fixou a idéia de ir até a torre do relógio e resgatar Mariah. Existe uma pessoa que está fazendo esse jogo, supôs que fosse apenas o Reid, mas depois do comentário de um dos irmãos vermelhos, sua certeza mudara para uma pessoa de segundo plano... Alguém que tivesse conhecimento do poder que as matérias negras possuíam... Skylles.
As Skylles são a principal matéria que movem os autômatos atualmente, não se sabe a origem, não se sabe a existência de sua criação... Sabe-se apenas que são perigosas em qualquer mão humana. A R.A. é incumbida de recolhê-las antes que seja tarde. Este é o fator dois da missão. Além de livrar o mau daquele recinto, existia este outro a ponderar.
Chegando a um playground deserto, os dois se aproximam dos balanços. Carter posta seu pé sobre o balanço, ainda compenetrado com o feito, decide conversar a sós com Marcus... E analisar um dos suspeitos do grupo.
--Porque você não foi atrás da minha irmã naquela hora? - Marcus discorre antes de Carter dizer algo a respeito. Este apenas inclina-se em pé no balanço. Balançando aos poucos ainda dando a entender que estava totalmente distraído. Havia apenas poucos flocos de neve sobre o ar. Carter responde depois de um tempo, olhando para o céu aberto e límpido.
--Eles têm uma arma que neutraliza certos oponentes. Como são da organização Safrs, possuem meios para derrotar qualquer classe de inimigos e procurados com facilidade. Logo eu fui apenas neutralizado por pouco tempo... Deve ser um novo químico especial que eles formularam.
--Mas como fará para salvá-la?
Ele trocara de assunto. Marcus realmente estava preocupado com sua irmã e tentava fixar a idéia para Carter, mas este já havia notado aquele sentimento...
--Eles não a matarão, porque o plano de estratégia sou eu. Querem me derrubar primeiro. Creio que só haverá algumas lesões e ferimentos simples, nada de mais.
Um minuto de silêncio... Marcus se surpreende com a resposta e ressaltara:
--Ferimentos simples? Lesões?! Você deve estar brincando! – Marcus indaga super preocupado.
--Eu não brinco quando meu trabalho envolve reféns. Esqueceu-se de que sou um dos comandantes do maior esquadrão único e pertencente ao Ártico?
Carter ficara sério e incisivo com o assunto.
Marcus amortece e respira, pois é um assunto um pouco delicado. Mesmo sendo um cabeça quente, sabia quando deve-se por em seu lugar.
--Os únicos que tive contato naquela família foram Mariah, você e o meu contratante, Xavier.
--Você instiga que apenas está a escutar os que teve contato, não?
--Quase... Mas vocês são os meus primeiros suspeitos do caso.
--Hã? Não... Eu acho que você deve ter batido a cabeça... Não podemos ser suspeitos assim se não fizemos nada de mais!
Carter desce do balanço, na hora que vê um desvio de olhar e fraquejo que Marcus apresentara.
--Sua voz fraquejou. Diga-me o que você esconde. Assim poderei reduzir sua pena e salvar sua irmã no mesmo instante. Ela fez o mesmo e me contou o ocorrido.
--Não...! Eu não sou um culpado! - Ele recua para trás.
--Marcus. – Carter se aproxima mais e mais dele. --Diga-me o que realmente aconteceu na noite do dia 19 de julho de 2005! Seu irmão não foi assassinado? Ou você o abandonou lá? Conte-me... Como ganhou estas pernas!
Carter o derruba ao chão, cortando rapidamente as barras da calça, revelando próteses metálicas. As pernas foram substituídas por membros mecânicos.
A expressão de Carter com este interrogatório era fixa. Apenas se alterava de acordo com as suas deduções para obter respostas reais das vítimas do dia.
Primeiro foi Xavier, apresentando o problema e o caso. Segundo foi Mariah, dando metade das informações, e agora Marcus a revelar o restante. Estes três estavam envolvidos.
--Eu não pude fazer nada, no dia apenas fui atrás de meu irmão, porque estava preocupado... Ele viu algo que não deveria e o mataram na minha frente... Eu seria morto também, mas surgiram alguns guardas que nos salvaram.
--Nos salvaram...?
--Eu e Mariah. Eu fui para aquele local junto de nosso irmão, para tentar salvar nossa mãe e irmã, mas somente Mariah conseguiu passar pela janela da sala de cordas (nomeada por eles de a famosa sala do Cuco). As últimas palavras de nossa mãe, também foram uma grande despedida... "Vocês cinco se unam e ajudem o papai a manter nosso comércio. Saibam que sempre os amarei, mesmo que não compartilhemos de um futuro juntos. Protejam-se e vivam por nós.”
--Se Mariah conseguiu sair por aquele local... Porque as outras crianças também não fizeram o mesmo? – Carter ficara intrigado.
--Elas iriam, mas os assassinos começaram a matar todos do nada... Os gritos daquele dia ficaram marcados na minha memória! O desespero daqueles que tentavam fugir, conseguíamos ver tudo pela janela... Um a um sendo degolado, cortado, estraçalhado... Até mesmo a minha mãe que tentava fechar desesperadamente a porta do recinto... Foi trucidada em nossa frente...
Carter ficara surpreso, mas logo retoma sua feição séria.
--Descreva-me aqueles criminosos. -Carter não pensava nas conseqüências que teria ao remexer nas memórias de Marcus... Nem mesmo a de Mariah. Será que era tudo para concluir a missão?
-- Eles devem ser punidos por tal feito, em igualdade.
--Você acha que pode fazer isso? "Pode mesmo nos vingar???" – Marcus estava com poucas esperanças com relação ao caso. Muitos poderiam ficar de boa, mas parece que eles são os que mais se machucaram. No momento antes da disputa contra Max e seus guarda costas, Carter estava passeando pelas redondezas, apenas para colher informações.
Passou em alguns comércios locais e casas de família. Dava a entender que este agia como um pequeno investigador curioso, mas na verdade apenas queria descobrir o que realmente aconteceu naquela noite. O relógio era um dos símbolos de prestígio de muitos familiares e sobreviventes dos anos naquela cidade.
Anos de guerra que viraram paz, quando decidiram criar um grande símbolo especial, para mostrar ao mundo a vitória de Rikts sobre Rosselian. Lá estava a existência de ótimos soldados e excelentes pessoas. Investiram e o construíram como um bem memorial. Os que vêm de fora não entendiam metade das coisas que se passava, mas para aqueles que viviam ali e tiveram o desagrado de participar daquela perda horrível, é algo indispensável atualmente.
“O Culpado ainda permanece entre um deles... Um humano..." – Pensou.
--Eu irei para a torre agora na madrugada, mas quero lhe fazer um pedido Marcus...
Carter se posta de costas e Marcus muda sua feição rapidamente, apresentando certa esperança, mas com uma forma indiscreta.
--Eu irei para a torre agora na madrugada, mas quero lhe fazer um pedido Marcus...
Carter se posta de costas e Marcus muda sua feição rapidamente, apresentando certa esperança, mas com uma forma indiscreta.
--Diga! – Ele respondera de modo firme.
Carter vira-se um pouco, encarando-o.
--Quero que não interfira no meu caso. Quaisquer que sejam os riscos, mantenha-se longe daquele relógio. Se eu o encontrar por lá... Eu o matarei com minhas próprias mãos.
--Mas...! Que tipo de pedido é esse?
--Um pedido de afastamento. Mantenha-se fora ou se torne parte do requisito de suspeitos. Faça como os outros familiares... Mantenha-se distante.
Carter retira-se, mas este sabe que se Marcus se envolver mais agora, poderá ser fatal para a missão. Será uma noite complicada para todos.
Organização Safrs:
Organização pagã de mercenários e assassinos existentes há mais ou menos 200 anos. Visam exterminar focos de Rhyper's de classe e automatos listados de renome mundial. É formada por poucos Rhyper's Absolutos de classe alta, trabalha como a R.A. tendo uma tabela de valores fixas, assim determinando o nivel de seus encargos e tipo de contratado para a execuçao dos feitos. Só podem ser contratados mediante de Automatos especiais e não aceitam qualquer caso.
Fazem vistorias em locais de incidentes e indices normais de Rhyper's. Muitos da R.A. tem a cabeça à prêmio por lá, principalmente William Carter e Touch Pad.
Organização pagã de mercenários e assassinos existentes há mais ou menos 200 anos. Visam exterminar focos de Rhyper's de classe e automatos listados de renome mundial. É formada por poucos Rhyper's Absolutos de classe alta, trabalha como a R.A. tendo uma tabela de valores fixas, assim determinando o nivel de seus encargos e tipo de contratado para a execuçao dos feitos. Só podem ser contratados mediante de Automatos especiais e não aceitam qualquer caso.
Fazem vistorias em locais de incidentes e indices normais de Rhyper's. Muitos da R.A. tem a cabeça à prêmio por lá, principalmente William Carter e Touch Pad.


