E minha internet também não trabalha perfeitamente... Meu sono tbm não nhahahahahahaha lol
(capotei geral ontem e era para já ter postado :x sorry!)
Espero que de para postar as proximas no prazo T^T
(acho q ficarão em 6 partes msm heheheheheh)
Rhypers, Automatos, Harps e Hinterns são tão chatos de se construir ><'
(pena que só existam poucas diferenças entre eles... ><"'''')
Lembrando que os fatos da historia são ficticios :3
Adoro inventar alguma coisa estranha =x
Explicação basica:
Adoro inventar alguma coisa estranha =x
Explicação basica:
Harps são restos ou sucatas de Autômatos. São maquinas andarilhas e sem destino ou missões oficiais. Servem de complemento para montagem e manutenção de um novo Autômato. Não costumam ser humanos.
Hinterns são considerados fantasmas por serem humanos convertidos em máquinas. Podem ser vivos ou mortos... Depende do Portador. Usam peças metálicas ou apenas com a carne. São operados por alguém. Sempre existem alguns em locais do crime, se tornam aliados para saberem de tais segredos, mas são traiçoeiros por ainda manterem sua real consciência viva.
Autômatos:
São máquinas completas seguidas de um compatível. Saem da fábrica principal (Reino de Sales) junto de seu portador para o mundo e são mais sucessíveis a ordens de oficiais, principalmente por serem seus fabricantes do que os outros portadores. Foram criados para reequilíbrio e salvação de humanos e sistema de pesquisas climáticas. Existem áreas que não podem ser acessadas ou habitadas, como as temperaturas da região interna de Sybem (Zona ártica sul-central), que beira aos -60° o ano inteiro.
Rhypers:???? (fica na incognita ainda :3)
Rhypers:???? (fica na incognita ainda :3)
Reforço novamente: Sinta-se livres para comentar, tanto do desenho como da escrita fail. ><"''' Não vou obrigar ninguém a ler e discordar, apenas sinta-se a vontade e tente se divertir (se quiser).
1° Conto com o personagem William Carter (0346-48)
Algumas horas depois, o silêncio dos corredores era intenso. Não chegava a incomodar, mas os detalhes das paredes e acessórios de porta estavam bem nítidos. Já haviam iniciado o expediente matinal. Mariah foi abordada pelas colegas de trabalho antes de sair da cozinha.
Reunião em grupo?
--Muito bem moça, como você explica aquele momento de ontem?
--Nos fale como conseguiu atendê-lo sem travar?!
--Vocês estão me assustando! Eu preciso cuidar do balcão agora, por isso depois do expediente eu contarei para vocês, ok?
--OK!
Mesmo parecendo interrogatório, as moças eram as melhores amigas de Mariah.
Na frente do café, vemos um grupo de amigos bagunceiros chegando até o balcão onde Mariah estava começando a trabalhar como o caixa.
--Fala Mariah! Soube que tem outro homem além do seu irmão no recinto!
--Não tem não, Max! – Ela o acerta com a bandeja na face.
Max é um dos amigos de Marcus, mas um dos maiores encrenqueiros do bairro.
--Qualé moçaaaa? Você tem que contar pro titio aqui toda vez que aparece um pegador pra te pegar... Eu posso ficar com invejinha!
Max a agarra no balcão, deixando algumas garçonetes desconcentradas e assustadas com a cena. Os outros amigos de Max estavam quietos apenas observando.
--Saiii! -Mariah tentara desvencilhar desesperadamente, mas estava cada vez mais difícil.
Até que uma bandeja acerta a nuca de Max, derrubando-o a nocaute.
--Acho que usei muita força...
--Carter! - Ela o alerta.
--Peguem o loiro aguado! – Guarda aponta.
--Ele bateu no chefe! - Os outros estremecem e se posicionam.
--Armas a sacar homens! -Concluiu sacando sua pistola simples para o alto.
Os 10 guarda-costas de Max levantam facas e pistolas contra Carter, mas o mesmo não demonstra alteração em sua feição, apenas observa o número de armas em jogo de mãos bem variadas.
--Bastante... – Suspira.
--Não o matem!!! -Mariah é detida pelas garçonetes, enquanto ambos se preparam para atacar. Alguns fugiam rapidamente do recinto, deixando-os as sós. Carter contra os 10 que restaram.
--Qualé... Sua mãe não ensinou que é feio levantar uma arma contra um oficial da justiça?
Carter escarneia e surge na frente do primeiro que fez o chamado para o ataque. Um movimento rápido de esquiva e uma torção simples no braço do inimigo ocorre em segundos, perdendo sua arma para o comandante. Este homem desmaia pela dor. Menos um de dez.
Enraivecidos, os dois ao lado dele se posicionam para aplicar disparos, mas Carter esquivou-se e revida utilizando a arma que pegou, derrubando ambos com tiros nos braços e pernas.
Menos três de dez.
A arma ainda era apontada para os outros guardas. Um cano é levantado rapidamente sobre sua face... "Blam!"
Carter acertara a parte de baixo da espingarda com seu punho antes dele ter a cabeça estourada.
--Uma doze não resolve muito a minha vida... Afff...! – Suspira.
--Seu moleque!!! Tome!
Carter esquiva novamente. O arruaceiro aplica novos disparos para derrubá-lo, mas as mesas e cadeiras são destroçadas primeiro. A velocidade que possuía em um recinto como aquele, era precisa e moderada. Suas vestes começavam a sentir o poderoso dano sendo feito de raspão.
O arruaceiro se prepara para mais um disparo, mas em segundos, Carter surge atrás dele.
--Acha que assim me pega?
--Desgraçado!!!
Um lance brusco. Este foi o último disparo... Carter postara rapidamente a arma que portava dentro da entrada do cano, fazendo com que se entupisse e explodisse na mão do inimigo quando disparar-se. Este fez a contagem dos disparos, um a um até chegar ao cano que precisava “entupir”.
Carter saltara rapidamente, fugindo e acertando a face de outro capanga com os pés. Este estava portando boas armas brancas juntamente do outro ao seu lado.
--Opa voadora. – Posta-se ao chão após um mortal de costas, derrubando outro homem a nocaute.
--Seu maldito! – Saca rapidamente sua peixeira, passando sobre alguns fios de cabelo, pois este esquivou novamente, parando um pouco mais afastado de onde estava. Carter levanta-se e puxa outra faca.
--Hã? Da onde veio essa?
--Do carinha ali que eu acabei de matar. Você não viu, né?
Carter não era um humano comum. Sua força, agilidade e resistência eram altas. Aquela briga para ele era como brincar com uma criança cega.
O carinha que ele comentara, era o que acabou de chutar a face quando fugiu da explosão de pólvora.
--Carinha?! "Quando foi que ele...?"
--No Head! – Decepou no momento de distração. Carter se posiciona a frente, encarando os restantes.
Foram seis, faltam quatro.
--E então, preferem fazer a lição ou levar como dever de casa?
--Fujam!!! – Eles batem em retirada.
--1...2...3... – Carter estava contando e retirando algumas facas que estavam no corpo que ele decepou. No instante que recolhe a quarta, as abre como um leque e arremessa sobre as costas ao lado do coração dos quatro, derrubando-os facilmente.
--Acho que nenhum dos dois. – Concluiu.
Os dez guardas costas foram derrubados.
Foi a primeira vez que Mariah e os outros presenciam as ações de um Comandante do resgate ártico.
--Você os matou!
--Olhe direito... – Empurra um dos corpos revelando a face revestida com metal.
--Metade são Harps... A outra são Hinterns. Máquinas e humanos combinados. Estes são "fantasmas mortos" há muito tempo, pois só fizeram com que o clima os ajudasse, sem a decomposição e queda das células para que se mantivessem intactos. Tudo bem que dois deles eram vivos ainda, mas... Estavam sendo controlados por alguém. Hinterns possuem opiniões próprias em uma situação como essa. Não revidam contra um oficial da R.A.
“O inimigo quer fazer um jogo ou um cerco? Preciso me atentar...”
Próximo post com a continuação será dia 26/09/2011!


