12 setembro 2011

1° Conto (parte três) - Rikts

Estou tendo delays! D: 
E minha internet também não trabalha perfeitamente... Meu sono tbm não nhahahahahahaha lol
(capotei geral ontem e era para já ter postado :x sorry!)

Espero que de para postar as proximas no prazo T^T
(acho q ficarão em 6 partes msm heheheheheh)

Rhypers, Automatos, Harps e Hinterns são tão chatos de se construir ><'
(pena que só existam poucas diferenças entre eles... ><"'''')


Lembrando que os fatos da historia são ficticios :3
Adoro inventar alguma coisa estranha =x


Explicação basica:
Harps são restos ou sucatas de Autômatos. São maquinas andarilhas e sem destino ou missões oficiais. Servem de complemento para montagem e manutenção de um novo Autômato. Não costumam ser humanos.

Hinterns são considerados fantasmas por serem humanos convertidos em máquinas. Podem ser vivos ou mortos... Depende do Portador. Usam peças metálicas ou apenas com a carne. São operados por alguém. Sempre existem alguns em locais do crime, se tornam aliados para saberem de tais segredos, mas são traiçoeiros por ainda manterem sua real consciência viva.

Autômatos:
São máquinas completas seguidas de um compatível. Saem da fábrica principal (Reino de Sales) junto de seu portador para o mundo e são mais sucessíveis a ordens de oficiais, principalmente por serem seus fabricantes do que os outros portadores. Foram criados para reequilíbrio e salvação de humanos e sistema de pesquisas climáticas. Existem áreas que não podem ser acessadas ou habitadas, como as temperaturas da região interna de Sybem (Zona ártica sul-central), que beira aos -60° o ano inteiro. 

Rhypers:???? (fica na incognita ainda :3)


Reforço novamente: Sinta-se livres para comentar, tanto do desenho como da escrita fail.  ><"''' Não vou obrigar ninguém a ler e discordar, apenas sinta-se a vontade e tente se divertir (se quiser)



1° Conto com o personagem William Carter (0346-48)

 
Algumas horas depois, o silêncio dos corredores era intenso. Não chegava a incomodar, mas os detalhes das paredes e acessórios de porta estavam bem nítidos. Já haviam iniciado o expediente matinal. Mariah foi abordada pelas colegas de trabalho antes de sair da cozinha. 

Reunião em grupo?


--Muito bem moça, como você explica aquele momento de ontem?

--Nos fale como conseguiu atendê-lo sem travar?!

--Vocês estão me assustando!  Eu preciso cuidar do balcão agora, por isso depois do expediente eu contarei para vocês, ok?

--OK!

Mesmo parecendo interrogatório, as moças eram as melhores amigas de Mariah.

Na frente do café, vemos um grupo de amigos bagunceiros chegando até o balcão onde Mariah estava começando a trabalhar como o caixa.

--Fala Mariah! Soube que tem outro homem além do seu irmão no recinto!

--Não tem não, Max! – Ela o acerta com a bandeja na face.

Max é um dos amigos de Marcus, mas um dos maiores encrenqueiros do bairro.

--Qualé moçaaaa? Você tem que contar pro titio aqui toda vez que aparece um pegador pra te pegar... Eu posso ficar com invejinha!
Max a agarra no balcão, deixando algumas garçonetes desconcentradas e assustadas com a cena. Os outros amigos de Max estavam quietos apenas observando.

--Saiii! -Mariah tentara desvencilhar desesperadamente, mas estava cada vez mais difícil.
Até que uma bandeja acerta a nuca de Max, derrubando-o a nocaute.

--Acho que usei muita força...

--Carter! - Ela o alerta.

--Peguem o loiro aguado! – Guarda aponta.

--Ele bateu no chefe! - Os outros estremecem e se posicionam.

--Armas a sacar homens! -Concluiu sacando sua pistola simples para o alto.
Os 10 guarda-costas de Max levantam facas e pistolas contra Carter, mas o mesmo não demonstra alteração em sua feição, apenas observa o número de armas em jogo de mãos bem variadas.

--Bastante... – Suspira.

--Não o matem!!! -Mariah é detida pelas garçonetes, enquanto ambos se preparam para atacar. Alguns fugiam rapidamente do recinto, deixando-os as sós. Carter contra os 10 que restaram.

--Qualé... Sua mãe não ensinou que é feio levantar uma arma contra um oficial da justiça?

Carter escarneia e surge na frente do primeiro que fez o chamado para o ataque. Um movimento rápido de esquiva e uma torção simples no braço do inimigo ocorre em segundos, perdendo sua arma para o comandante. Este homem desmaia pela dor. Menos um de dez.

Enraivecidos, os dois ao lado dele se posicionam para aplicar disparos, mas Carter esquivou-se e revida utilizando a arma que pegou, derrubando ambos com tiros nos braços e pernas. 

Menos três de dez.

A arma ainda era apontada para os outros guardas. Um cano é levantado rapidamente sobre sua face... "Blam!" 
Carter acertara a parte de baixo da espingarda com seu punho antes dele ter a cabeça estourada. 


--Uma doze não resolve muito a minha vida... Afff...! – Suspira.

--Seu moleque!!! Tome!

Carter esquiva novamente. O arruaceiro aplica novos disparos para derrubá-lo, mas as mesas e cadeiras são destroçadas primeiro. A velocidade que possuía em um recinto como aquele, era precisa e moderada. Suas vestes começavam a sentir o poderoso dano sendo feito de raspão.

O arruaceiro se prepara para mais um disparo, mas em segundos, Carter surge atrás dele.

--Acha que assim me pega?

--Desgraçado!!!

Um lance brusco. Este foi o último disparo... Carter postara rapidamente a arma que portava dentro da entrada do cano, fazendo com que se entupisse e explodisse na mão do inimigo quando disparar-se. Este fez a contagem dos disparos, um a um até chegar ao cano que precisava “entupir”.

Carter saltara rapidamente, fugindo e acertando a face de outro capanga com os pés. Este estava portando boas armas brancas juntamente do outro ao seu lado.

--Opa voadora. – Posta-se ao chão após um mortal de costas, derrubando outro homem a nocaute.

--Seu maldito! – Saca rapidamente sua peixeira, passando sobre alguns fios de cabelo, pois este esquivou novamente, parando um pouco mais afastado de onde estava. Carter levanta-se e puxa outra faca.

--Hã? Da onde veio essa?

--Do carinha ali que eu acabei de matar. Você não viu, né?   

Carter não era um humano comum. Sua força, agilidade e resistência eram altas. Aquela briga para ele era como brincar com uma criança cega.

O carinha que ele comentara, era o que acabou de chutar a face quando fugiu da explosão de pólvora. 

--Carinha?! "Quando foi que ele...?"

--No Head! – Decepou no momento de distração. Carter se posiciona a frente, encarando os restantes.

Foram seis, faltam quatro.

--E então, preferem fazer a lição ou levar como dever de casa?

--Fujam!!! – Eles batem em retirada.

--1...2...3... – Carter estava contando e retirando algumas facas que estavam no corpo que ele decepou. No instante que recolhe a quarta, as abre como um leque e arremessa sobre as costas ao lado do coração dos quatro, derrubando-os facilmente.

--Acho que nenhum dos dois. – Concluiu.

Os dez guardas costas foram derrubados.
Foi a primeira vez que Mariah e os outros presenciam as ações de um Comandante do resgate ártico.

--Você os matou!

--Olhe direito... – Empurra um dos corpos revelando a face revestida com metal. 

--Metade são Harps... A outra são Hinterns. Máquinas e humanos combinados. Estes são "fantasmas mortos" há muito tempo, pois só fizeram com que o clima os ajudasse, sem a decomposição e queda das células para que se mantivessem intactos. Tudo bem que dois deles eram vivos ainda, mas... Estavam sendo controlados por alguém. Hinterns possuem opiniões próprias em uma situação como essa. Não revidam contra um oficial da R.A.

“O inimigo quer fazer um jogo ou um cerco? Preciso me atentar...”


Próximo post com a continuação será dia 26/09/2011!

30 agosto 2011

1° Conto (parte dois) - Rikts

Primeiramente desculpe a demora pra postar a próxima parte ;-; Tive uns probleminhas dobrados, mas nada que comprometa o não postar da segunda parte.  :x
Afinal quero postar ate o final este aqui XD


Rikts é uma das cidades que mais faço na historia XD Carter compra coisas por ali, ainda por ser mais versátil e rápido a ida do que a de Cybel (areá norte.)
Isso me faz lembrar que seria uma coisa genial eu montar um mapinha das cidades ._. 
(pelo menos para esclarecimento... XD)


Reforço novamente: Sinta-se livres para comentar, tanto do desenho como da escrita fail.  ><"''' Não vou obrigar ninguém a ler e discordar, apenas sinta-se a vontade e tente se divertir (se quiser)


1° Conto com o personagem William Carter (0346-48)
Os Dois Irmãos, Mariah e Marcus. 

--Entrada do primeiro dia para o segundo--

Era de Madrugada. O vento soprava vários flocos de neve pelo ar afora, mas o clima estava estável, podendo ser mais frio. Casas comuns e luzes bem claras na rua, a noite parecia manhã das 7 horas, mas não deixava de ser noite. O Silêncio era notável. 

Todos, após o jantar, já estavam dormindo na estalagem, menos Mariah e Marcus, que estavam discorrendo sobre o fato que se antecedeu. Eles são irmãos que sempre se comunicam quando ocorre algo, principalmente com a chegada de tal pessoa...

Ambos caminhavam pelo corredor, apenas para averiguar e saber se estava tudo fechado e seguro para quem repousa no recinto.

--Que tipo de cara ele é? Ainda estranhei a sensação que senti naquela hora da reunião... Era uma pressão que parecia me rebaixar. Vai saber que tipo de coisa aquele cara quer... Não vai me conquistar tão fácil. Marcus demonstra estar bem incomodado com a visita deste comandante. Já Mariah estava bem compreensiva com a reação de seu irmão. Afinal... Era um Homem.

--Eu vi aquela piscadela e conversa alheia no horário de trabalho Mana...! – “Ele ainda insiste nisso...?”Mariah pensara.

--Mano... Será que é melhor nós evitarmos de ficar bem próximo dele...? Parece-me ser uma boa pessoa, mas... Tem alguma coisa que ainda me incomoda nisso... Mariah apresentara uma feição duvidosa. Marcus apenas relaxava e se recompõe para continuar o assunto.

--Está preocupada com algo? Porque eu estou com ciúmes mesmo! Mesmo mantendo a calma, ele concluiu até o seu ponto de vista atual.

--Eu não sei... Ele se apresentou uma pessoa tão legal quando estávamos lá na mesa conversando... Ela estava meio lúcida enquanto relembrava.

--Aff... Já, já você me fala que gamou, igualzinho as suas amigas garçonetes. –Marcus apresentara uma feição de desgosto ao se lembrar do que rolou de manhã, além do “desacato” com o qual acabara de fazer a “opinião” de Mariah.

--Não! Você está entendendo errado, mano! Acho que só estamos prolongando algo que nos afeta indiretamente.  Estou super confusa agora!

“Tudo bem que ele tem certas coisas que chamam muita atenção, mas sinto uma sensação estranha, assim como meu irmão... Não consigo decifrar... Mas... Acho que deve ser porque estamos descobrindo algo novo em cada um... Que confusão...!"

--Vem, depois de dormir um pouco, creio que sua mente melhore! Marcus a puxa pelos ombros, arrastando-a pelo corredor. --Ele só vai nos ajudar com o caso do relógio e logo estaremos livres para poder visitar de novo nosso local sagrado.

--O túmulo da mamãe...?

--Sim!

Os dois caminham de volta para o recinto deles, saindo do corredor da estalagem dos hóspedes. Uma sombra aparece ao lado da janela que ficara próxima a porta que se cerrou... A claridade da luz noturna aumenta e revela a pessoa as escuras.

--Túmulo é? Então devem existir mais coisas que sejam desconhecidas para mim...

Com um sorrisinho sacana, Carter retornara rápido para o seu quarto, pois este estava seguindo a conversa dos garotos num modo ninja. Os equipamentos da R.A. são muito úteis, principalmente o de seu brinco comunicador (afinal aquele acessório pendurado na orelha dele não é só um enfeite... Possui um ótimo alcance de 700 metros.).

--Plenitude de 17 a 22 anos... Esses dois são intrigantes... Mas... Tem algo aqui que me incomoda. Passos rápidos e cortes em sua frase quando este trancara a porta de seu quarto e vistoriava o recinto. Nada de câmeras ou ninguém para bisbilhotar. Ele levanta sua jaqueta e retira um mini computador de bolso. É um dos materiais do kit de sobrevivência e de busca do seu arsenal. Seis telas giratórias criadas pelo retroprojetor do aparelho vão gerando algumas fotos e buscando dados das histórias sobre a cidade, além de outros são apresentados para Carter, que estara realmente intrigado com “O real mistério do relógio do sul de Rikts.”.

--Ano de 1989... O relato deste local é bem extenso... Aqui nesse ano foi à inauguração daquele grande relógio... Vamos fuçar mais sobre a história dele no decorrer dos anos, até agora em 2011... Talvez exista algo que me ajude.

O tempo passara rápido, já era de manhã e Mariah batia vagarosamente na porta do quarto onde Carter repousava. Ela portava uma pequena bandeja em mãos com um bom café da manhã.  

O silêncio prevaleceu.

Depois de 2 minutos e nenhuma resposta, Mariah abre a porta com sua chave reserva.

--Com licença senhor... Senhor? Discorre pelos lados. O quarto estava escuro, cortinas fechadas e somente a luz do abajur estava ligada. Não havia ninguém deitado na cama, pois estava arrumada.

O silêncio passava a impressão de que ele não estava. Mariah posta à bandeja ao lado da bancada com o abajur e abre uma fresta da janela. Antes de concluir o ato, Carter a segura, fechando-se a boca para evitar futuros brados.
Mariah se assusta e tenta revidar, mas a força era maior.

--Calminha. Preciso de sua ajuda Mariah. Ele sussurra em seus ouvidos, enquanto ela debatia-se, e após tal frase mexera a cabeça em leve concordância. 

Carter a solta e a mesma o encara fixamente. O raio de sol vindo da fresta da cortina, acertava a face e um de seus olhos, apresentando uma cor laranja ensolarado. Os olhos de Carter eram chamativos e convictos.
Mariah se afasta um pouco e respira com dificuldade... O susto foi um pouco pesado. Ela ainda estava em duvida quanto a confiar em Carter.

--Eu...? Ajudar-lhe em algo? Ela entorna sua face para que não continue encarando-o.

--Sim. Você é a única aqui em quem posso confiar Mariah... Eu conheço o mistério da sua mãe verdadeira.

A expressão de Mariah mudara... O espanto tomara forma. Era algo difícil para ela explicar com detalhes sem chorar. Pela primeira vez Mariah sentiu-se aliviada por poder discorrer deste assunto delicado, mesmo duvidando e tendo uma péssima impressão a respeito de Carter.

Mariah se recolhe rapidamente para fechar a porta.

--Desculpe-me, eu não sei como começar, eu só não sei o que te falar...

--Apenas comece do início. Pode ser de quando você nasceu, até agora, eu serei todo ouvidos. -Carter senta na cama, puxando uma das torradas que tinha na bandeja.
Mariah inclina-se para observá-lo. Mesmo intrigada com tal ação, ela se posiciona a frente dele e apresenta sua historia.

--Há alguns anos minha mãe vivia cuidando de várias crianças da vizinhança. Uma professora dedicada. Sempre as levava para passear e brincar com elas. Meus irmãos e eu sempre estivemos juntos...

--Nos divertíamos de dia e noite, muito tempo depois que aquele relógio foi inaugurado e reestruturado. Dentro dele existiam quadros e exposições, além de um belo jardim ao redor para que pudesse ser bem recreativo e relaxante nos momentos de visitas. Porém... Em uma noite tudo mudou... Algumas pessoas que estavam voltando da exposição, estranharam o péssimo comportamento de dois vigias noturnos. Diziam que eles eram autômatos... Mas outros falavam que eles eram humanos...

--Foi um momento ruim para aqueles visitantes, tanto para minha mãe como para as crianças acompanhadas... Eles aprisionaram todos daquela noite, dentro da torre do relógio... A milícia foi comunicada e eles exigiram uma alta quantia para libertação dos reféns. Mas por causa do descumprimento da milícia, em revolta, os dois mataram todos os que estavam por lá... Dizem que atualmente os dois são fantasmas da torre que matam quem não estiver com tal quantia exigida...
--Dizem que foi pedido 300 mil Kilas... Outros falam que foi mais de 500 mil... É difícil saber o real valor...

--Primeiro... Máquinas... E agora humanos que viraram assombrações... Essa missão está bem suspeita... Carter suspira após ouvir a história.

--Desculpe pelo envolvimento e historinha... Meu irmão sempre me restringiu a não contar para mais ninguém... E então a última vez que conseguimos ir para lá, foi apenas para levantar um pequeno tumulo para nossa mãe, porque todas as equipes que viam para cá eram mortas... Perdemos o irmão do meio, o Manuel... Mas a memória que queríamos está ainda gravada forte ali.

--Entendo... Mariah... Eu não tenho lenço, mas se quiser empresto meu ombro para ser ao menos isso no momento. Carter estende seus braços com uma face mais serena a ela, que estava desabando em lágrimas continuas ao contar sobre este fato. Era algo que a machucava completamente.

--Ich... Desculpa, mas eu vou aceitar...! A feição de felicidade dela e tristeza aumentam e assim o abraça ternamente.

--Desabe a vontade. Você merece.

Ainda no Segundo dia... Era de tarde, exatamente às 16 horas. Para espairecer, Carter opta em passear pela estalagem.

“As coisas são bem estranhas nesse local, pena que não posso chegar e encurralar os familiares... Assim seria mais fácil... Mas não posso usar armas também sem saber quem eu devo matar ou prender.”

Quando voltava a realidade, este caminhava até a área da sala de jantar. Um som exorbitante. Escutara um berro alto e estridente. Xavier estava reclamando com alguém.

Carter se posta a esconder em "modo silencioso", se aproximando da fresta da porta. Duas pessoas estavam com Xavier. Uma com mantos negros e a outra com um casaco vermelho. Ambos com os rostos tampados por panos e faixas. Nas costas não possuíam logos, mas a frente possuía apenas certos símbolos, antes irreconhecíveis, mas se tornaram a principal resposta para que Carter não esperasse o que viria a descobrir... A palavra “Safrs” invade sua mente por alguma razão... Outra coisa que o intrigara depois é a tatuagem que Xavier possuía em seu braço direito. Um dragão negro e vermelho com uma cicatriz no centro... Mesmo não sendo nítida naquela hora do jantar... Este se recordara vagamente de ter reparado algo ali...

"Eu já disse, eu não quero que fique fazendo esse tipo de trabalho, é perigoso!"

"Todos nós sabemos o que se passa por aqui. Sei que está escondendo algo de nós Xavier..."

"Nós temos um acordo com o Senhor, lembre-se apenas disso."

Os dois indivíduos saem da sala, Carter se recolhe no mesmo instante para o fundo do corredor, escondendo-se atrás do armário das pratarias.

Os indivíduos se retiram normalmente do recinto.

Ninguém o percebe.

"Eu não estou gostando nem um pouquinho disso... Já, já estarei em uma novela..."  Carter pensara enquanto observava a face amedrontada de Xavier que surge para fechar a porta.

Próximo post com a continuação será dia 11/09/2011! 



14 agosto 2011

1° Conto (parte um) - Rikts

Postando um dos primeiros contos das historias que possuo :x 
Peço até desculpas caso sejam compridos(que tenham erros de portugues e filiais...) e meio chatinhos ><'''
Acho que as vezes é bom parar e pensar na forma de apresentação numa historia ....Isso enriquece a forma que você pode montar o desenho sobre aquilo que lê. :3 
(e eu tenho certeza que nunca mostrei meu lado de escritora direito...O que é mais confuso do que falar com a autora pessoalmente.....Facepalm.) 
 
Na história, a Resgate Ártico (ou R.A.) trabalha na zona antartica/ártica com missões e resgates variados...Quero apresentar esta assim como depois os do RHE-eX.

Sinta-se livres para comentar, tanto do desenho como da escrita fail.  ><"'''

1° Conto com o personagem William Carter (0346-48)

Primeiro dia – Zona sul.


--Atmosfera suave e fresca, apesar das temperaturas de -1° grau, esta região é bem relaxante para muitos assim como eu, William Carter.

--Rikts é uma cidade paradisíaca, assim como Rosselian, onde muitos predominam para turismo e passeios em grupos. A cidade é um pouco afastada da área ártica, exatamente 900 Km, e de onde vivem poucos autômatos perigosos da nossa nação. Eu recebi um chamado desta cidade, e aqui estou caçando meu contato, aguardando-o neste pequeno café-estalagem.

Horário matinal bem tranqüilo e via-se um bom fluxo de movimento assim como o atendimento.
Muitas moças reúnem-se em poucos minutos, o observam com admiração. O que chamara a atenção das jovens não era só o jeito bonito de se portar, mas a forma como seu olhar estonteava quando algo lhe atraia a atenção. Para elas, eram olhos de alguém de classe.
Os homens presentes não ligavam para tal ação e apenas esperavam ser atendidos.


--Vai você! – Retrucara uma das garçonetes do recinto que o admirava.


--Não! É melhor você! – Discorda ao empurrar a garçonete em sua frente.


Um pequeno alvoroço ocorria entre elas de forma duvidosa. Atraia a atenção dos que estavam presente e aqueles que esperavam ser atendidos.
A pequena janela ao lado do balcão é aberta rapidamente, surgindo um moço enraivecido.


--O que vocês estão esperando?! Atendam os clientes!


Afugentadas, as quatro garçonetes observam umas às outras, e decidem disputar no Jaken-po para ver quem fará o atendimento daquele moço atrativo.
Em três rounds surge a vencedora, Mariah, uma moça de porte físico belo, com pequenas sardas em sua face, cabelos ruivos e com lindos olhos verdes. As outras se separam, além de retrucarem e analisarem como Mariah o atenderá.
Olhares cruzados para seus passos e uma aproximação vagarosa, mas objetiva. Ela se prepara para efetuar o atendimento.

--Boa tarde, Senhor, em que posso lhe ajudar? –Mariah apresentara uma voz um pouco tremula, acanhada, mas o observando com tranqüilidade.


Carter deixa de olhar para a janela e levanta o cardápio do local que estava na mesa.


--Observei o cardápio... Achei interessante este prato. Você pode me ver este pedido?


--Ah sim, um especial da casa. Molho ao sugo ou branco?


--Sugo. Aproveite e ponha um suco de laranja junto.


--Ok! – Ela o reverencia e leva o pedido rapidamente com o cardápio.


Carter observara a janela novamente, algo o chamava a atenção. Duas crianças pequenas brincavam tranquilamente com uma pequena bola azul, era algo parecido com vôlei.


Sorrisos sinceros, alegres e reluzentes... As memórias de um passado começavam a bater... E surge a lembrança de alguém portando uma arma contra si, quando ainda era pequeno.


Seria uma pequena memória reprimida? 


Carter levantara-se bruscamente, sendo observado pelas moças de plantão no mesmo instante. 

Mariah se aproximava com o prato, bem sorridente, postando-o na mesa. Ele estava longe, mas retornara mais rápido a realidade. 


--Algum problema senhor? – Mariah perguntara.


--Nada que estrague meu apetite. Desculpe pela exaustão. – Ele desvencilha apenas sorrindo e sentando novamente, mas não esconde o suor frio. Ao que parecia, Mariah apenas estranhou sua reação.


--Não, não! Tudo bem, eu já estou acostumada até mesmo com assaltos e tiozinhos aproveitadores.


--Realmente! – Ele decide mudar sua compostura naquele momento. 


Os dois conversavam alegremente enquanto as outras os encaravam e demonstravam feições tristes ou vide pouca inveja daquele momento. O irmão de Mariah também surge da cortina, analisando o indivíduo.


Carter se aproxima do caixa para acertar a conta.


--Olá, boa noite. Acerto do pedido da mesa 23. –Estende a mão com o cartão.


--Com todo o prazer senhor...! –Este estava realmente enraivecido.


--Apenas PASSE O CARTÃO, não precisa arrancar a minha mão fora. Carter rebate quando estava sentindo uma grave pressão em seu punho.
 
O atendente estava apertando severamente, conforme tentara discorrer civilizadamente.
Carter vê o nome do crachá... Marcus Vinicius Manzatt.


--Marcus, aproveite e pegue 500 Kilas de gorjeta. (Nota: Esta é a moeda internacional da história e uma Kilas equivale à R$ 50,00 reais.)


--500 kilas?! Até parece que voc--... Marcus se espantara com a marca do cartão que pegou. Um símbolo prateado envolto de uma cor azul safira cintilante. Seus olhos entornam-se de volta para a face de Carter que este apresentava um pequeno sorriso de canto. Era um cartão exclusivo de patente militar.


--Surpreso?


--Patente de comandante do resgate ártico?! Primeira divisão?! Ele é o William Carter?!!! Cara...–Marcus arremessa tudo o que possui em mãos para o balcão. –Eu pago sua estadia aqui conosco, mas você vai ter que me ajudar!!!


Marcus o segura fortemente pelos ombros, sendo separado pelo balcão. Alguns clientes os observam com expressão de espanto e duvida, assim como as garçonetes em plantão.

--Primeira noite na café-estalagem Nortix.--

Recinto apropriado e de nível alto para mediano.
A família responsável que cuida do comércio estava totalmente reunida. Carter havia sido convidado para o jantar coletivo.
A mesa está bem farta, várias coisas maravilhosas e suculentas. Os familiares eram em sete pessoas. Mariah e Marcus estavam entre eles, trazendo pratos e pondo mais alguns detalhes que faltavam no cenário.


"Essa recepção me é um pouco estranha..." – Carter pensara observando o cenário.


--Por favor, sente-se.


--Ok... -Carter se posta na cadeira e levanta o olhar para a pessoa na outra ponta da mesa, este era o pai deles. Uma pessoa alta, morena e forte, além de ser gordinho e possuir um chamativo avental branco e vermelho. Uma marcação em cor preta surgia bem nítida ao braço direito quando mexia suas mãos. 


“Seria uma tatuagem?“ – Pensara novamente. 


--Seja bem vindo à cidade de Rikts garoto! Me chamo Xavier Matres e esta é minha família.
Os outros familiares correm rapidamente e fecham o recinto. Travas, cadeados e chaves passam a ser vistos. Alguns levantam armas e as apontam para Carter.


--Bela recepção de boas vindas. Então era com você quem eu precisava falar?


--Exatamente. – Xavier concorda.


--Eu já estava estranhando quando aquela moça falou "eu já estou acostumada até mesmo com assaltos e tiozinhos aproveitadores.".


"Esse garoto é suspeito, mas... Para a patente de comandante principal deve saber muitas coisas... Melhor agir com cautela." – Xavier pensara.


--Quero que resolva um de nossos problemas na região... Humanos não conseguem conter esse tipo de atrocidade... – Um dos familiares abre a cortina revelando o grande e extenso cenário afora.
– Aquele relógio central bem afastado, possui algo que muitos ao averiguar eram assassinados rapidamente. Não sabemos se existem armadilhas... Não sabemos se são máquinas... É algo que não podemos explicar meticulosamente.
 
Uma investigação obrigatória surge... 


--Um caso simples, não? –Carter demonstrara a menor falta de importância com o feito.


--Simples? Por que simples? Não sabemos o que existe por ali, várias crianças e jovens já perderam suas vidas de forma acidental, sem saber do que ocorria! –Xavier retrucara.


--Eu aceito a missão. Não precisa se preocupar quanto a isso. – Voz prepotente, mas que inspirava confiança... Esta era a forma de Carter agir? 


Mariah segurava a bandeja de forma trêmula. Não queria que algo desse errado, mas também não esperava ver a forma real, daquele com quem conversou, descrita daquele jeito... Uma arma que apenas serve aos propósitos do seu cliente.


Viver no Resgate Ártico era deste jeito? 

Próximo post com a continuação será dia 27/08/2011!

08 agosto 2011

Recomeçando.

Nhay, Banner novo! Referente as proximas passadas no fanzine!

Andei um bocado deslocada, doente e atolada de coisas que só agora estou atualizando meu Blog *u*
Irei recomeçar o RHE-eX 4 a partir deste mês. Será uma luta entre ele e a RR para fazer a partir do mês de setembro, mas farei o possivel para finalizar ambos. Se bem que terei de agir com moderação, tomar suco de laranja e tomar sol mais vezes  -___-
(pessoa q parece q anda sobre a sombra todo o dia...)

Espero conseguir manter o ritmo desta vez! >.<''''
Terei a ajuda de uma pessoa com o mesmo nome que o meu! Vamos montar coisas bonitas agora *u*
(prepara as nanquins na mesa e papelada já desenhada).

Brigadooo~


Será mesmo que ainda teremos o Animecon este ano? D: 
(senão eu vendo normal no AF e AD T^T)

05 julho 2011

Refletindo. 2x

Houve uma época em que eu possuía um caderno de caligrafia com diversas anotações de historias. Dentre ele as que me recordo vagamente (pois jogaram no lixo esse meu bebe ;-;) eram de:

  • Dragorion, que conta com um mundo real prestes a ter um novo jogo virtual, mas algo sai erradinho e temos problemas entre a transição da realidade e o jogo. Nicole tem que desvendar o poder de cada jogador e assim libertar a força de 5 dragões de dominium para restabelecer o equilíbrio.
  • Ren Ushio(Anjo de Metal), conta com as desventuras e casos sobrenaturais do nosso garoto que se torna um vidente, prevendo a morte, sorte, luz e trevas das coisas. 
  • White death, Em sua ultima ceifada, a feiticeira rogaste um feitiço que o tirasse dessa vida infame, mas ele começa a compreender o valor e sua importância nesse pequeno equilíbrio.
  • Rhe-ex, Apresenta aos olhos de Rhes o que é ser um Sobre-humano(Rix) e saber sobre o maior valor que lhe faltara em vida. (a forma dela era diferente e não era focada somente em Rhes, mas nas historias dos outros sobre-humanos que ele conhecia)
  • Star Flash, Conta as maluquices de Roller wolf(estudante), Adrian(policial contratado e disfarçado) e Clay(estudante) sobre rodas. Dentro do perimetro da cidade ocorriam perseguições e concursos bizarros. Roller wolf fara de tudo para ser o maior e enfim mostrará sua técnica para o mundo, nomeada de Star Flash. 
  • Rhiven Rhipers, o conto desta era mais sombrio/tragico, apresentando o quanto cada um em  designadas missões de resgate e momento mercenario, se confrontavam com dificuldades. Depois se encontrava e discorria sobre o mesmo dentro de um trem a caminho da sede principal. Eles resgatavam tesouros e pessoas. Existiam dados principais do governo nas caixas que recolhiam, mas nenhum deles estava autorizado a mexer nelas, ate que em um incidente, aquele que descobriu o que existia naquilo se tornou mais forte e utilizado para treinos numa experiencia secreta. 

Existiu mais seis que foram feitas depois e que tenho coisa desenhada e anotada avulsa ainda.
  • FDM (fundação dragão mercenário): Mundo dos pesadelos, pos apocalitico e brigas de territórios entre humanos e monstros. Contratado para matar e livrar certos clientes dos maus alheios, Evan entra de cabeça para desvendar o misterio das suas tres "irmãs-armas". No decorrer dos casos ele faz parceiros de distintas raças variadas e descobre mais sobre sua origem. (assim como múmias, lobisomens e afins)
  • Demônio Exilado: Mundo devastado aos poucos por espíritos e demonios de um portal sagrado. Conta com Yoshio que, apos receber uma das 26 divindades de Orion, acabou sendo abençoado com um grande poder, porém foi exilado pelo seu clã de origem, tornando-se um andarilho fora da lei. No meio de sua jornada descobre outros como ele e assim adentra em uma nova missão, mas como um xamã e humano para salvar os outros 25 da maldição que ele carrega.
  • 2 A's: Conta um momento de romances paralelos na vida de Anne. Ela recebe a visita de um vidente (que na verdade é o Ren Ushio fazendo seu trabalho...) para ajudar com certas intrigas, mas acaba mudando as avessas toda a sua "fama".
  • Hailix Inverse: Hailix estuda numa escola masculina e a escola feminina tem um segredo no qual o grêmio masculino insiste em descobrir, logo decidem que ele se disfarce de moça para caçar tal segredo. Ele se recusa mas um encontro acidental o faz ir a tal "missão".
  • Carta perdida: O anjo Sowilo Koharu perde sua preciosa carta que levara as pressas para seu deus. Com isso teve que se fantasiar de mortal para encontrar o paradeiro da mesma, mas acabara machucado e sendo resgatado por Ayame, filha de sabios dum templo. Apos o relance e materialização das diversas criaturas materiais, Sowilo percebe que assim como ele, outros irmãos anjos surgem para ajuda-lo e acabam entrando em intrigas muito malucas para conseguir informações sobre o paradeiro da carta e o passado de Ayame. 
  • The ZechsMauricio é o protagonista que sonha em ser um sucesso mundial como sua deusa musical, Killian, dos Alter's x Fly's. Ama tocar bateria e dentro de sua escola, junto de seu melhor amigo informante, Shaine, começa a caçar "os integrantes" que vislumbram do mesmo sonho, participar da "batalha das bandas." (o sucesso de Killian subiu dentro daquele recinto...e o mesmo quer adquirir tal feito.)

Acho que mexi em varias histórias (series) no decorrer de meus testes/vida.... :x
(caçando uma que fosse meu tema e que combinasse com meu traço tbm :3)


Algumas houveram trabalho em equipe (The zechs é uma e dentre varias que não gostaria de citar :3), mas a que peguei seriamente, apesar de vaga a ideia primaria, é a do Rhe-ex :3 Afinal, a forma do que era para ser antes, virou totalmente alternativa na atualidade ._. Então, vemos que a ideia não se focava só no Rhes, mas na vida de cada sobre-humano que surgia no trajeto dele (assim ele montava seu próprio quebra-cabeça )XD


Aqui foi um momento nostalgia :x Acho que dá para ver como a minha cabeça trabalhava nas ideias dessa forma lol! 
Agora olho as duas historias que mexi com outros olhos. Espero continuar fazendo o certo D: (capota no chão)